quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

morta de sentimentos

o que é suposto fazer quando não sei o que fazer? ser quando não sei o que ser? sentir quando não sei o que sentir? fazer o que tanto lutei por não fazer? sugar toda a vida que tenho? nada dura para sempre, hoje ou amanhã. quanta tristeza cabe dentro de uma pessoa? quantas desilusões? quantos desgostos?
será que há um limite? porque eu acho que já cheguei ao limite. será hora de eu seguir em frente? tudo o que vejo é gotas de sentimentos. será esse o meu destino? 16 primaveras e acabou tudo? o que é suposto eu fazer quando este aperto no peito me impede de respirar? é suposto eu abandonar-me? deixei-as passar o meu muro e agora ele desabou, como é suposto eu subi-lo? e que faço quando eu sinto que o teu calor será a única coisa que me impedirá de dar um passo para o abismo? dou o passo ou espero por ti? preciso que me aqueças o coração com as tuas palavras. ele está frio como gelo, duro como pedra. eu era alegre só por ser mas agora ''sou'' alegre para te esconder .
Quando der o meu ultimo sopro, vou estar a pensar em tudo o que me fazia sorrir, só para morrer feliz.



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