eu sinto-me morta. eu estou viva, eu sei mas eu sinto-me um corpo, não sinto a minha alma, quem sou, o que sinto, o que quero. parece que tudo o que faço é aguentar as minhas gotas cheias de ti e respirar fundo. eu quero sentir-me viva, afinal de que sirvo apenas como um corpo sem alma? eu vou gritar ao mundo que te amo e sentir-me-ei livre deste aperto no peito que grita os meu sentimentos por ti. eu vou agarrar a tua mão e nunca mais a largar, olhar os teus olhos claros e nunca mais desviar os meus dos teus, sentir o teu nariz encostado no meu e nunca mais o tirar. eu vou gritar que te amo até ficar sem ar. e aí vais perceber que eu podia dar-te a felicidade que não tens mas sei que precisas. vou-te encher de flores e chamar-te primavera.

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