eu grito por ajuda mas ninguém me ouve, ninguém me agarra a mão, ninguém me abraça, ninguém me agarra, ninguém me salva. então se eu morrer, ninguém pergunte o porque. espero que seja evidente que eu morri de solidão, falta de carinho, falta de amor e demasiado ódio. ninguém pergunte porque parecia feliz mas tinha cicatrizes de sofrimento e dor. ninguém chore e lamente a minha morte e pense que o drama era muito enquanto que as minhas pequenas gotas de sal e sofrimento é que eram demasiadas a correr, todos os dias, ninguém saberá que no final do dia era o suicídio que me deixava louca e que chorava quer fosse por ser um dia tão bom ou um dia tão mau, porque não havia diferença, um dia bom sabia demasiado bem e sufocava-me e um dia mau não sabia tão mal porque já estava habituada ao sofrimento do dia-a-dia.
o que me deixava incrédula é que ninguém reparava que eu estava despedaçada, que o meu coração tinha batimentos irregulares, que o meu cérebro não conseguia fazer-me sorrir, que no final não importava o que eu sentia, o que desejava para afogar a dor era drogas, não era curiosidade que puxava o desejo de drogas mas sim a vontade de esquecer tudo, todo o sofrimento, toda a solidão, todas as cicatrizes, esquecer a pessoa que me tornei, lembrar-me de tudo o que me fazia feliz, tudo o me fazia viver e sorrir, tudo o que fazia os meus olhos brilharem. eu irei desaparecer e não tenho a certeza se alguém reparará. se alguém se importará. eu sei que eu não me vou importar quando disser adeus. nada dura para sempre.
felicidade, amor, amizade, tudo acaba. comigo acabou. não vai voltar mais. desculpa não ser suficientemente forte para este mundo. desculpa não conseguir sorrir mais. desculpa não conseguir parar de chorar. desculpa por ser quem sou. desculpa. nunca quis ser assim.
desculpa se prefiro o céu à terra.
o que me deixava incrédula é que ninguém reparava que eu estava despedaçada, que o meu coração tinha batimentos irregulares, que o meu cérebro não conseguia fazer-me sorrir, que no final não importava o que eu sentia, o que desejava para afogar a dor era drogas, não era curiosidade que puxava o desejo de drogas mas sim a vontade de esquecer tudo, todo o sofrimento, toda a solidão, todas as cicatrizes, esquecer a pessoa que me tornei, lembrar-me de tudo o que me fazia feliz, tudo o me fazia viver e sorrir, tudo o que fazia os meus olhos brilharem. eu irei desaparecer e não tenho a certeza se alguém reparará. se alguém se importará. eu sei que eu não me vou importar quando disser adeus. nada dura para sempre.
felicidade, amor, amizade, tudo acaba. comigo acabou. não vai voltar mais. desculpa não ser suficientemente forte para este mundo. desculpa não conseguir sorrir mais. desculpa não conseguir parar de chorar. desculpa por ser quem sou. desculpa. nunca quis ser assim.
desculpa se prefiro o céu à terra.
